Consumidores devem ser beneficiados pela feira com ofertas e diversas novidades em produtos e tecnologias

A Mercosuper 2019 – 38ª Feira e Convenção Paranaense de Supermercados – chegou ao fim, mas ela continuará impactando o varejo do estado. Nos próximos dias, os consumidores devem ser beneficiados com ofertas especiais, resultado dos R$ 540 milhões em negócios realizados na feira a condições especiais.

“As negociações exclusivas que conseguimos fechar durante a feira serão repassadas ao consumidor em promoções. Com isso, o setor supermercadista paranaense se torna mais competitivo e o consumidor consegue melhorar o orçamento familiar”, disse o presidente da Apras, Pedro Joanir Zonta.

Outro impacto virá para o consumidor em forma de novidades nas prateleiras dos supermercados. Mais de 300 marcas marcaram presença no evento e muitas levaram diversos lançamentos, que devem chegar nas gôndolas em breve.

“Os supermercadistas saem desta feira com um mix ampliado e renovado. Isso é fundamental para o crescimento do setor, pois o consumidor moderno quer ser surpreendido com novidades nas lojas”, destacou Zonta.

Mais do que lançamentos de produtos, a feira também apresentou tendências e novidades tecnológicas. Uma delas é o e-commerce, que representa 3% das vendas do varejo, mas que deve atingir um crescimento de 16% neste ano, segundo a ABCOMM (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).

Com o e-commerce, o Omnichannel, que é a convergência do meio on-line com o off-line, também deve crescer e oferecer mais facilidade e conveniência ao consumidor. Essa estratégia possibilita ao cliente misturar a compra nos dois ambientes, tendo a opção de poder comprar no site e retirar na loja física, ou então comprar no site e receber em casa.

Além desta maneira de comprar, outro assunto muito discutido no evento é o meio de pagamento, que deve ganhar espaço nos dispositivos móveis. Quase 90% das pessoas da China não utilizam mais dinheiro físico para pagamentos. No país, os provedores de serviços de pagamento que permitem a utilização de dispositivos móveis respondem por 67% das transações financeiras, seguidos dos cartões (22%) e dinheiro (11%).